540 vizualizações Drogas
1. Depressores
- álcool, hipnóticos, sedativos, tranqüilizantes menores, alguns benzodiazepínicos, opiáceos ou narcóticos, inalantes e solventes;
2. Estimulantes
- anorexígenos (moderadores de apetite), anfetaminas, cocaína, drogas neurolépticas, drogas antiesquizofrênicas que são eficazes no alívio dos sintomas de doença esquizofrênica.
3. Perturbadoras:
3.1 - de origem natural
mescalina (do cacto mexicano), THC (da maconha), psilocibina (de certos cogumelos), lírio (trombeteira, zabumba ou saia branca).
3.2 - de origem sintética
LSD-25, êxtase, anticolinérgicos
AS FASES DA ADICÇÃO E SUAS CARACTERÍSTICAS
1ª Fase USO SOCIAL
• Aprendizado da alteração do humor (normal - eufórico)
• Periodicidade de consumo regular
• “Ressacas” ocasionais
• Experiência emocionalmente positiva e gratificante
2ª Fase MANIFESTAÇÃO DA DEPENDÊNCIA
• Desenvolvimento da tolerância ao químico
• Busca da normalização do estado de humor (depressivo - normal)
• Aumento da quantidade de uso
• Primeiros lapsos de memória
• Queda da produtividade/rendimento no trabalho/escola
• Dificuldades no relacionamento interpessoal
• “Ressacas” cada vez mais freqüentes
• Isolamento e grande sofrimento emocional
3ª Fase - ADICÇÃO TOTAL
• Dependência física • Necessidade de manter certa quantidade do químico no organismo para evitar “abstinência”
• Alucinações • Profundas depressões do humor
• Baixa auto-estima
• Idéias fixas de suicídio
ATÉ ONDE ESTICAR SEUS MÚSCULOS?
O Gamma Hydroxybutyrato (GHB), (…) é um depressor do Sistema Nervoso Central, cujo abuso é decorrente de sua característica de produzir estados de euforia e alucinações, sua alegada capacidade de liberar um hormônio de crescimento e estimular o desenvolvimento muscular.
Embora o GHB fosse originalmente considerado um suplemento alimentar seguro e “natural”, e fosse vendido em casas de alimentos naturais, a comunidade médica rapidamente despertou para o fato que ele causava overdoses e outros problemas de saúde. O GHB pode produzir sonolência, vertigens e tonteiras, náusea, estado de inconsciência, ataques, profundas depressões respiratórias e até coma.
Brasil é o que mais consome moderadores de apetite
Segundo informe, índice do país é o dobro dos Estados Unidos e preocupa. Brasil é o que mais consome moderadores de apetite.
O relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife) aponta ainda o Brasil como o primeiro no ranking mundial de consumo de moderadores de apetite, seguido por Argentina, Coréia do Sul e Estados Unidos. De acordo com o estudo, o índice de consumidores desse tipo de droga por mil habitantes verificado no Brasil (12,5) é mais que o dobro do verificado nos Estados Unidos (4,9).
O relatório elogia países como Chile, Dinamarca e França, que implementaram medidas para controlar o uso de estimulantes e conseguiram reduzir o abuso dessas substâncias. Já o Brasil é criticado por permitir o aumento excessivo do consumo desses medicamentos.
De acordo com as convenções internacionais, existem 14 tipos de moderadores de apetite regulamentados que costumam ser receitados para tratar a obesidade. Na maioria dos países essas drogas só podem ser compradas legalmente com receita médica. Overdoses podem ser perigosas e levar a ataques de pânico, além de alucinações, problemas respiratórios, coma e morte.
- No ano passado, o mundo foi testemunha da morte trágica de uma modelo brasileira, que teve um colapso devido à anorexia. Os anorexígenos são usados indiscriminadamente para alimentar a obsessão pela magreza que afeta certas sociedades. É necessária uma intervenção eficaz por parte das autoridades locais para conseguir reverter essa tendência - disse o presidente da Jife, Philip O. Emafo.
CONSEQUÊNCIAS DO USO DE DETERMINADAS DROGAS.
ÁLCOOL
Consumo de bebida alcoólica aumenta no Brasil . Dezenove milhões de brasileiros são dependentes do álcool, sendo a droga mais consumida no país. A ingestão de bebida alcoólica cresce no Brasil 70% desde a década de 70, colocando o país entre os 25 maiores consumidores no mundo. O retrato do consumo de bebida no país é assustador, sendo o produto consumido por 19% dos brasileiros, - 40% por estudantes do ensino fundamental.
O retrato do consumo de bebidas alcoólicas pela população brasileira é o seguinte: -19% consomem algum tipo de bebida, sendo 40% por estudantes do ensino fundamental, com início a partir dos 14 anos;
- 45% dos problemas familiares, conjugais e violência doméstica são decorrentes do hábito de beber;
- causa 28% dos problemas ligados ao trânsito;
- 11% das agressões físicas são cometidas sob o efeito do álcool,
- 96% das pessoas são favoráveis à restrição da propaganda do álcool, e
- 54% apóiam o aumento dos impostos sobre essas bebidas.
A falta de regulamentação na propaganda de bebidas alcoólicas e o consumo exagerado acarretam imensos prejuízos à saúde da população, pois o etanol afeta todos os órgãos do corpo, estando relacionado com mais de 60 enfermidades. Assim, há uma relação direta entre consumo de álcool e tumores do aparelho digestivo, principalmente o câncer de fígado e do cólon.
O mesmo acontece com a mama. Também a influência é grande na cirrose hepática, pancreatite crônica e distúrbios psiquiátricos, como a psicose alcoólica (40% das internações hospitalares). Sem falar nos acidentes de trânsito (42,7%), quedas, queimaduras, agressões físicas, homicídios, suicídios etc.
Entre nós, as bebidas são responsáveis por 6,2% de todo ônus do governo com assistência médica. Por outro lado, a “Lei Seca” diminuiu a violência, como homicídio e acidentes no trânsito em 16 municípios da Grande São Paulo (Barueri, Mauá, Diadema etc) que adotaram a regulamentação do horário de funcionamento dos estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas.
A média de idade para início do consumo vem caindo em nosso país, chegando ao absurdo dos 14 anos, para ambos os sexos, quando a geração que tem hoje 40 a 65 anos começou a beber aos 20 anos.
Portanto, está na hora do governo levar o problema mais a sério, fazendo cumprir a legislação vigente e disciplinando a maciça exposição dos adolescentes à propaganda e incentivo ao consumo.
ANSIOLÍTICOS
Medicamentos utilizados para diminuir a ansiedade, os chamados “tranquilizantes” induzem ao sono, relaxam os músculos e reduzem o estado de alerta. O consumo de benzodiazepinicos, por período de tempo prolongado, prejudica o processo de aprendizagem, a memória e a coordenação motora, gerando dependência no usuário.
BARBITÚRICOS
Embotamento mental; Descordenação motora;
Dificuldade no falar; Dependência física, pois quando é retirada bruscamente causa: Agitação, insônia, sudorese, tremores, convulsões e delírios;
Esquizofrenia (Catatônica, Paranóica) - Ambivalência - medo e crises de cólera, alegria e tristeza; A pessoa fala muito e depois cala-se;
Ocorrem explosões afetivas e afastamento;
INALANTES
Os perigos a que estão expostos as pessoas que usam inalantes, são muito grandes. Inalando em grande quantidade pode causar parada cardíaca aguda, asfixia, acidentes e colapso de órgãos. Pesquisas mostram que usuários crônicos podem sofrer distúrbios neuro-psicológicos incapacitantes.
Os inalantes ou delirantes não causam dependência física, mas, o mesmo não se pode afirmar da psicológica e da tolerância. Depois de absorvidos pela mucosa pulmonar, essas substâncias são levadas para o sistema nervoso central, fígado, rins, medula óssea e cérebro, causando neste último o bloqueio da transmissão nervosa. Provocam euforia, alucinações, depressão, fala arrastada, estados psicóticos e parada cardíaca com morte súbita.
ANFETAMINAS
Provocam o aumento da freqüência da respiração, depressão do apetite, perda de peso corporal, desnutrição, deficiências vitamínicas, dilatamento da pupila, perturbação da visão, dores de cabeça, boca seca, aumento da temperatura corpórea, desordens gastrointestinais, arritmia cardíaca, hipertensão, reações de ansiedade, psicose anfetamínica, síndrome de exaustão, depressão e alucinações, pensamentos paranóicos, convulsões e estado de coma. Quando injetada, a overdose é fatal. O aumento da dose e seu uso freqüente provoca no indivíduo a psicose-anfetamínica.
fonte: recebido por E-mail


